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Sartori defende aprovação de pacote e retirada de plebiscito para venda de estatais

Governo do Rio Grande do Sul detalhou condições financeiras de CEEE, CRM e Sulgás.

Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / Divulgação

Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini / Divulgação

Após fazer anúncios para área de segurança, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, fez um pronunciamento nesta quarta-feira, dia 5, no Palácio Piratini, em Porto Alegre, a respeito da condição financeira da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás). Sem citar as estatais, Sartori reiterou a necessidade da aprovação do pacote de austeridade que foi enviado à Assembleia Legislativa e da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que retira da Constituição estadual a obrigatoriedade de plebiscito para a venda das companhias.

“Quero confiar plenamente num futuro melhor para o Estado. As medidas que tomamos até aqui têm de ter continuidade, independente do que virá no ano aque vem. Nós vamos continuar fazendo propostas e encaminhamentos. Os projetos sugeridos foram remédios amargos, mas com atitudes firmes. Essa caminhada precisa ter continuidade. Tenho certeza de que nós procuramos arrumar a casa e queremos seguir assim”, disse Sartori.

O governador gaúcho comentou que foi muito bem recebido pelo presidente Michel Temer e pelo Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “Recebemos uma boa notícia e já sabemos que alguns acertos foram estabelecidos no Tesouro Nacional para mostrar que o Rio Grande do Sul é diferente de outros estados porque fizemos o dever de casa. Nós precisamos sim da ajuda federal e do regime de recuperação fiscal. Estamos lutando por isso e é por isso que vou viajar a Brasília”, disse pouco antes de deixar o Palácio Piratini.

O secretário-adjunto de Minas e Energia, Artur Lemos Júnior, detalhou as condições financeiras das três empresas e explicou que o governo analisou números contabilizados em relatórios de administração. O secretário-geral do governo, Carlos Búrigo, explicou que a gestão desde o início começou a analisar o papel do Estado. “Em cima disso, no trabalho que fizemos, entendemos os serviços que não têm necessidade da presença do governo. São empresas que foram criadas em outras décadas e que foram fundamentais para o Rio Grande do Sul. Precisamos agora atrair investimentos que possam alavancar a economia, gerando emprego e renda”, afirmou.

 

Correio do Povo

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