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Ex-ministro Antonio Palocci decide fazer delação premiada

Além de substituir o advogado de defesa, ex-ministro também precisa abrir mão do pedido de habeas corpus que está para ser julgado pelo STF.

Foto: Divulgação

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O ex-ministro Antonio Palocci decidiu negociar acordo de delação premiada com os procuradores da Operação Lava-Jato. Segundo a Folha de S.Paulo, a pedido da força-tarefa, o advogado de Palocci José Roberto Batochio será afastado do caso, já que é contrário a esse tipo de acordo.

A defesa passa a ser responsabilidade de dois advogados de Curitiba, Adriano Bretas e Tracy Reinaldeti. Ambos já haviam sido contratados por Palocci, mas, sem maiores explicações, o ex-ministro rompeu o acerto por temer que suas condenações pudessem ultrapassar 30 anos de prisão.

Além de substituir o advogado de defesa, Palocci também precisará abrir mão do pedido de habeas corpus que está para ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Pesou na decisão do ex-ministro a operação que a Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, dia 12, que investiga repasses do BNDES para o grupo JBS, num total de R$ 8,1 bilhões. Palocci é apontado como um dos intermediários dos recursos.

Outro ponto que motivou a negociação foram as delações da Odebrecht, segundo as quais o político teria sido responsável por administrar repasses no valor de R$ 128 milhões entre 2008 e 2013. Ex-ministro da Fazenda de Lula e chefe da Casa Civil de Dilma, Palocci foi preso em setembro do ano passado na fase Omertà da Lava-Jato.

 

Rádio Gaúcha

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