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Renato não descarta repetir rodízio de jogadores

Para o técnico, é precipitado, neste momento, citar quais clubes têm condições de conquistar os títulos.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação

Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação

Classificado para as quartas de final da Copa do Brasil e da Libertadores e bem colocado no Brasileirão, o Grêmio já lembra o de 2016.

A comparação foi feita pelo presidente Romildo Bolzan Júnior, no vestiário, após a vitória por 2 a 0 contra o Fluminense. Embora sua manifestação não tivesse tom de euforia, o dirigente não deixou de prever novas conquistas durante a temporada se houver a manutenção do atual desempenho.

Questionado sobre a reunião que manteve no vestiário com os jogadores, no início do mês, após a eliminação no Gauchão, Bolzan assegurou que não ter cobrado melhores resultados.

Garantiu que tratou, apenas, de destacar que o mês seria decisivo. “Ou terminaria muito bem ou em crise”, disse.

Indagado sobre as qualidades do time de 2017, Bolzan viu vantagens sobre a formação que, em dezembro, sagrou-se campeã da Copa do Brasil.

— Vejo muita semelhança e até vantagem. É um time mais maduro, natural e consciente do que do ano passado. Completamente pronto e, se mantiver este ritmo, tem condições de disputar todos os títulos que está disputando. Nosso equilíbrio emocional é raramente visto em um time de futebol— destacou.

Sem citar nomes, Bolzan admitiu que existe o risco da perda de algum jogador na metade do ano. Caso isso ocorra, ele vê no próprio elenco as reposições. Mas não deixou de dizer que o Grêmio poderá ir ao mercado.
— Havendo condições de uma aquisição, iremos fazê-lo. Mas a grande virtude desse time foi a manutenção do plantel. Temos condições de enfrentar qualquer time brasileiro ou sul-americano mantendo este tipo de atuação — afirmou.

Já Renato prefere não fazer planos a longo prazo. Para o técnico, é precipitado, neste momento, citar quais clubes têm condições de conquistar os títulos. Ao comentar a decisão de preservar os titulares contra o Sport, que chegou a ser criticada por parcela da torcida, não deixou de comemorar.

— Mais uma vez, provamos que estamos certos. Imaginem se colocássemos os titulares naquele campo pesado em Recife? A torcida pode ficar tranquila que sempre tomaremos as melhores decisões para o clube— disse.

É certo que, nos próximos jogos do Brasileirão, será usada sempre força máxima. Em um futuro próximo, contudo, Renato não descarta a volta do rodízio. Uma decisão que poderá ser adotada até em jogos da Libertadores, a prioridade da temporada.

— Vai, sim. Se tiver que priorizar lá na frente, vamos fazer de novo — avisou.

Para domingo, contra o Vasco, pelo Brasileirão, na Arena, é aguardado o retorno de Edilson e Maicon. Já recuperados de lesão muscular, os dois farão teste final em coletivo marcado para esta quinta-feira. Serão dois luxuosos acréscimos a uma equipe que já está bem próxima do ideal. E que forçarão o técnico a mexer em uma estrutura de time que tem funcionado.

— É uma dor de cabeça a mais que terei — brinca Renato.

 

Zero Hora

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