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Preso no litoral gaúcho, mais um suspeito de participação na morte de crianças em ritual satânico

Homem é um dos sócios de outro envolvido e ambos teriam pago R$ 25 mil por ritual macabro.

Foto: Polícia Civil / Divulgação

Segue em uma cela da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo, o outro suspeito, preso na tarde do último sábado em Balneário Quintão, no Litoral Norte, pela Polícia Civil, no caso das crianças esquartejadas em Novo Hamburgo. Ele é investigado pela participação no ritual satânico que resultou na morte das crianças que foram deixadas às margens de uma estrada em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. A ação foi coordenada pelo titular da Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) de Novo Hamburgo, Rogério Baggio, que não falou com a imprensa sobre o caso durante o fim de semana.

O suspeito é um dos sócios de outro envolvido. Ambos teriam pago R$ 25 mil à vista por um ritual que traria prosperidade em seus negócios do ramo imobiliário. Natural de Campo Bom, ele tem diversas ocorrências por estelionato, entre as mais recentes uma que ocorreu em dezembro no bairro Feitoria, em São Leopoldo, porém a vítima só registrou a ocorrência em janeiro, devido a investigação envolvendo o homem.

O montante pago ao líder do templo teria sido dividido entre os dois. As partes dos corpos das duas crianças, supostamente argentinas, segundo a Polícia Civil, foram localizados nos dias 4 e 18 de setembro. Com extensa ficha criminal, no mesmo mês da localização dos corpos o homem já havia sido preso por estelionato, justamente pela acusação de venda de terrenos de forma irregular naquela região.

Mesmo após diversas diligências feitas ao longo da última semana a DPHPP não conseguiu encontrar as cabeças das duas crianças. As vítimas, segundo o Instituto Geral de Perícias (IGP), seriam um menino entre 8 e 10 anos e uma menina de no máximo 12 anos, que seriam irmãos.

A polícia segue atrás de mais dois suspeitos, sendo um argentino que teria ido ao país vizinho para buscar as crianças.

 

Correio do Povo

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