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Confirmado o primeiro caso de dengue importado no Vale do Taquari em 2019

Uma mulher de Lajeado contraiu a doença em viagem ao Tocantins, no Norte do país

Foto: Divulgação

Foi confirmado, em Lajeado, o primeiro caso importado de dengue no ano. Uma mulher, que não teve a identidade revelada, contraiu a doença em viagem ao Estado do Tocantins, no Norte do país. Os sintomas teriam começado por volta do dia 4 de janeiro. Uma semana depois, a equipe de Vigilância Epidemiológica de Lajeado realizou a coleta de sangue para confirmar o caso. A comprovação da doença ocorreu no dia 23 de janeiro.

Enquanto aguardava o resultado dos exames, a paciente iniciou o acompanhamento no Hospital Bruno Born (HBB), em Lajeado. Ela recebeu remédios para tratar os sintomas em casa, se recuperou e, atualmente, passa bem.

O titular da 16ª Coordenadoria Regional de Saúde (16ª CRS), Ramon Zuchetti, confirma que trata-se do primeiro caso confirmado de dengue no Vale do Taquari em 2019. No ano passado, houve somente um registro na região. Foi em Teutônia, e o paciente contraiu a doença enquanto viajava.

Lajeado está entre os 18 municípios do Vale do Taquari considerados infestados pelo Aedes aegypti. Os outros são Arroio do Meio, Bom Retiro do Sul, Colinas, Cruzeiro do Sul, Dois Lajeados, Encantado, Estrela, Fazenda Vilanova, Forquetinha, Marques de Souza, Muçum, Paverama, Putinga, Taquari, Teutônia, Travesseiro e Westfália.

Substituição na Coordenadoria de Saúde

Ramon Zuchetti permanece como titular da 16ª CRS até, provavelmente, o dia 28 de fevereiro. Interinamente, deve substitui-lo o coordenador-adjunto, Sérgio Schmidt, até que a função seja preenchida com um indicado pelo governador Eduardo Leite (PSDB).

Inicialmente, estava prevista para que a exoneração de Zuchetti e da equipe que comanda a 16ª CRS ocorresse em 26 de dezembro. Porém, foi solicitado ao ex-governador José Ivo Sartori (MDB) que não processe com a exoneração até a substituição ser definida. O motivo foi não atrasar o andamento de ações com prazo determinado. “Teria o risco de perder prazo e tornar nulas algumas situações”, explica Zuchetti.

Grupo Independente

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