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Aulas presenciais serão suspensas se região entrar em bandeira vermelha, garante Eduardo Leite

Para estes casos, não vale a gestão compartilhada, em que os municípios podem adotar regras da bandeira anterior

Foto: Divulgação

Anunciada na terça-feira, dia 1º, a retomada das aulas presenciais no Rio Grande do Sul ainda não é consenso entre professores, funcionários e pais de alunos. Para isso, o governo do Estado estabeleceu um cronograma que começa pela Educação Infantil – em 8 de setembro –, com regras rígidas para que a atividade não gere aumento da circulação do vírus no Estado. 

Em entrevista nesta quarta-feira, dia 2, o governador Eduardo Leite garantiu que as aulas presenciais só podem ocorrer nos casos em que as regiões estiverem em bandeira laranja ou amarela no modelo de distanciamento controlado há pelo menos duas semanas. Neste caso, não vale a gestão compartilhada, em que os municípios podem adotar regras da bandeira anterior: as regiões precisam se encaixar nos critérios de acordo com os cálculos do governo do Estado. 

— (Se a região for para a bandeira vermelha) Suspende-se o modo presencial e permanece o modo remoto. O modo presencial deve acontecer durante a bandeira laranja ou amarela. Na bandeira vermelha, não pode acontecer. Isso foi estabelecido com acompanhamento do Ministério Público.

A restrição de atividades presenciais deixa de existir para a Educação Infantil na próxima semana, no dia 8 de setembro. Isso não significa que todas as escolas devem levar os alunos para as salas de aula: depende, além da cor da bandeira, da decisão das prefeituras – que podem adotar regras mais rígidas –, das próprias escolas e dos pais. 

Calendário

Ensino Infantil: 8 de setembro
Ensino Médio (geral): 21 de setembro
Ensino Superior: 21 de setembro
Ensino Médio (estadual): 13 de outubro
Ensino Fundamental – anos finais: 28 de outubro
Ensino Fundamental – anos iniciais: 12 de novembro

GaúchaZH

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