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Inter encara o Boca na Argentina, e tem missão complicada para seguir na Libertadores

Colorado é obrigado a vencer para seguir adiante na competição

Foto: Ricardo Duarte / Inter / Divulgação

A missão é complicada, mas entre ser complicada e impossível há uma longa distância. Portanto, mesmo que em desvantagem, o Inter entra em campo ainda com esperanças para enfrentar o Boca Juniors pelo jogo de volta das oitavas de final, a partir das 21h30min (de Brasília), em Buenos Aires. Como perdeu o jogo de ida por 1 a 0 na semana passada, no Beira-Rio, a vitória hoje é uma obrigação caso queira avançar às quartas de final da competição. Qualquer outro resultado significa a eliminação. Uma vez que a Libertadores utiliza o critério do gol qualificado, se o Inter vencer por 1 a 0, a decisão vai para os pênaltis, mas qualquer outra vitória significa a classificação colorada.

À exceção de desfalques que já estão fora do horizonte há um bom tempo, como Guerrero, Boschillia e Saravia, o Inter terá força máxima para o duelo contra os argentinos. Edenilson está não apenas recuperado da Covid-19, como também já cumpriu todo o período de afastamento previsto pelo protocolo sanitário da Conmebol. Cuesta, que cumpriu suspensão automática na semana passada, também está liberado e forma a dupla de zaga ao lado de Moledo. Há reforço também fora de campo, já que depois de mais de duas semanas afastado em função também da Covid-19, o técnico Abel Braga estará de volta à casamata.

Mesmo com a obrigação de vencer a partida, Patrick lembra que é preciso cuidado, antes de mais nada, para não largar atrás no marcador na Bombonera. “Dentro de uma estratégia em um jogo como esse, o mais importante é não sofrer gol no início. Se entrar equilibrado, tanto na defesa, quanto no ataque, você vai estar mais perto de marcar do que sofrer gol. Temos que pensar positivo. Entrar com alegria, foco e determinação pensando que a nossa bola vai entrar, que vamos lutar durante a partida e que não vamos sofrer gol. E acreditar”, afirma o jogador, que ainda completa: “Todos estão motivados, pois acreditamos que conseguimos reverter a situação e vamos doar a nossa última gota de suor e sangue pela vitória”.

Boca Juniors está invicto na Bombonera

Pode não ter a presença da torcida, mas a Bombonera impõe respeito a qualquer adversário, seja com suas arquibancadas cheias ou não. Para tornar a situação um tanto mais complexa, é a primeira vez que o Boca Juniors vai jogar em seus domínios pela Copa Libertadores desde a morte de Diego Maradona, maior ídolo do clube e do futebol argentino.

Afora aspectos subjetivos, o tamanho da missão colorada hoje à noite também se mede em termos objetivos. Como, por exemplo, a invencibilidade do Boca em casa na competição. Até agora, foram três partidas, com duas vitórias (ambas por goleada, sobre Caracas e Independiente Medellín) e um empate (contra o Libertad).

Apesar dos números pouco otimistas, Patrick assegura que o ambiente é de confiança no Beira-Rio. “Acreditamos que fizemos um bom jogo e poderíamos ter saído com a vitória na primeira partida. Então, vamos motivados e para buscar a classificação até o último minuto”, assegura o jogador.

Correio do Povo

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