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Bom Retiro do Sul financiará até R$ 8 milhões para pavimentações e aquisição de máquinas

Projeto de Lei que autorizado a contratação do financiamento, foi aprovado pela Câmara de Vereadores

Foto: Fernando Dias / Divulgação

Na sessão de terça-feira, dia 20, os vereadores de Bom Retiro do Sul aprovaram o Projeto de Lei 41/2021 que autoriza o município a contratar financiamento de até R$ 8 milhões durante a gestão 2021/2024 com o objetivo de realizar um novo projeto de mobilidade urbana e renovação do parque de máquinas e equipamentos.

Segundo a Administração Municipal, neste primeiro momento, a contratação será de aproximadamente R$ 2,8 milhões, através de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento voltado ao Setor Público (FINISA) da Caixa Econômica Federal.

“Em nosso primeiro ano de gestão, pavimentamos cerca de 30 ruas em Bom Retiro do Sul. Mas a demanda por pavimentação e pela renovação de nosso parque de máquinas é urgente, e requer novos investimentos. Estamos com as contas em dia, o que nos dá crédito junto às instituições para novos investimentos. E assim vamos fazer, para atender as necessidades de nossa população que quer sua rua calçada e uma melhor prestação de serviços, principalmente na nossa agricultura”, destacou o prefeito Edmilson Busatto.

Nesta primeira contratação de crédito, os recursos deverão ser aplicados na aquisição de uma máquina e em alguma pavimentação ou capeamento na área urbana que não foi contemplado nos projetos anteriores de mobilidade urbana. As ruas a serem pavimentadas ainda estão sendo definidas.

Reclamação quanto ao tempo de análise do projeto

Antes da aprovação do Projeto na Câmara houve reclamação de vereadores da oposição quanto ao pouco prazo para uma melhor análise da matéria. Astor Ely (PTB) destacou que era a favor da realização do financiamento, porém frisa que o Executivo não estava cumprindo com o combinado de encaminhar os projetos com antecedência para uma melhor apreciação.

Pelo fato da matéria ter sido mandada ao Legislativo por volta das 15h no dia da sessão, Diogo Antoniolli salientou que não havia tempo hábil para analisar melhor um projeto de grande importância. Ele pediu vistas, mas teve o seu pedido negado por maioria dos votos.

Os vereadores da base do governo justificaram que a matéria precisava ser votada com brevidade, pois informações repassadas pelo Executivo davam conta de que havia prazo para que fosse feito o contrato do FINISA, do contrário o município poderia perder essa oportunidade.

Por fim, a matéria teve aprovação por unanimidade de votos.

AI / Giro do Vale

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