Giro do Vale / Bom Retiro do Sul / Destaque / Polícia

Defesa do acusado alega que jovem bom-retirense teria sido morta com tiro acidental

Polícia Civil segue tratando o caso como feminicídio, tendo o namorado da vítima como principal e único suspeito até o momento

Foto: Reprodução / Facebook

A morte da jovem Luana Graciéli de Souza Lounai, 19 anos, ocorrida no último domingo, dia 5, em Bom Retiro do Sul, segue sendo investigada pela Polícia Civil. Até o momento, a principal linha de investigação aponta para a hipótese de feminicídio, quando a mulher é morta em contexto de gênero. No entanto, a defesa do namorado da vítima, apontado como principal suspeito, alega que a jovem foi morta em função de um tiro acidental.

Em entrevista a GZH, o advogado do namorado da vítima sustenta que a morte ocorreu acidentalmente e que seu cliente teria fugido do local, por medo de ser preso. A defesa argumenta que o casal mantinha uma boa relação, e que ele só não teria prestado socorro, porque acreditava que não havia mais o que ser feito, já que o tiro atingiu a jovem no olho.

“Foi uma fatalidade. Ela estava sentada na cama, estavam conversando. Ele estava com uma arma, um revólver, na cintura. E em algum momento, ela pediu par ver a arma, e quando ele foi atirar e mostrar para ela, disparou. Acertou no olho. Ela teria caído desfalecida. Ele se desesperou” afirma o representante do acusado.

O advogado diz que orientou o seu cliente a se apresentar à polícia, mas que essa decisão cabe ao cliente.

O que diz a Polícia Civil?

O delegado Juliano Stobbe, que está à frente das investigações, afirma que até o momento não foi apresentada à Polícia Civil nenhuma versão oficial por parte da defesa, e que até o momento a Polícia Civil trabalha com a hipótese de feminicídio, mas não descarta nenhuma possibilidade.

Ainda, de acordo com Stobbe, o advogado teria dito que apresentaria seu cliente, mas até o momento isso não ocorreu, e o jovem de 22 anos segue na condição de foragido, sendo o principal, e único suspeito pela autoria do crime, que até então é tratado como feminicídio.

Ainda não há comentários

Envie-nos o seu comentário

Publicidade

Últimas Notícias

Produtos estavam armazenados de forma irregular e fora da temperatura adequada, com prazos de validade vencidos ou sem prazos de validade, sem identificação e procedência, além de higiene precária

Os profissionais fizeram o combate das chamas e resfriamento da estrutura com o uso de aproximadamente mil litros de água

Foram cumpridas quatro ordens judiciais no Bairro Santo Antônio, em Lajeado. Também foram apreendidos bens como aparelhos eletrônicos e telefones celulares

Instabilidade atinge Planalto, Serra e Litoral Norte