Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

Pesquisa CNT/MDA divulgada nessa segunda-feira,14, mostra a maioria dos entrevistados (51%) considerou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como “justa”, enquanto 38,6% consideraram a detenção do ex-presidente como injusta. Para 49,9% dos entrevistados, Lula não conseguirá disputar as eleições presidenciais deste ano. Esse porcentual é maior do que o dos que acreditam que, mesmo preso, o petista conseguirá participar do pleito de outubro, de 40,8%.

A pesquisa divulgada também questionou a opinião dos entrevistados em relação à confiança na Justiça brasileira. A maioria (52,8%) avaliou o judiciário brasileiro como “pouco confiável” e 36,5% como “nada confiável”. Os que consideraram os magistrados do País como “muito confiáveis” ficaram em 6,4%.

O levantamento também pesquisou a confiança dos brasileiros nas instituições. A mais confiável, na opinião dos entrevistados pela pesquisa, foi a igreja, com 40,1%. As Forças Armadas aparecem em seguida, com 16,2% de confiança, seguida pela Justiça, com 8,6%, e a imprensa, com 5%. A polícia aparece em quinto lugar, com 4% de confiança, seguida pelo governo federal (2,2%). As instituições com menor confiança são o Congresso Nacional (0,6%) e os partidos políticos (0,2%).

O juiz Sergio Moro condenou domingo (13) réus como Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e Renato Duque (foto), ex-diretor de Serviços da Petrobras, por fraude na licitação para a construção do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras), na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. A propina acertada foi de R$ 20 milhões, equivalente a cerca de 2% do valor do contrato.

Paulo Adalberto Alves Ferreira foi condenado a nove anos e dez meses por lavagem de dinheiro e associação criminosa. Léo Pinheiro e Renato Duque foram condenados por corrupção, a dois anos e seis meses e cinco anos e quatro meses, respectivamente.

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) lidera os três cenários de pesquisas estimuladas sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa, indica pesquisa CNT/MDA, divulgada nessa segunda-feira, 14. Condenado e preso na Operação Lava Jato, Lula lidera os cenários nos quais participa do levantamento. Ele pode ser declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral TSE) com base na Lei da Ficha Limpa.

No cenário mais provável sem Lula, Bolsonaro tem 19,7%; Marina Silva (Rede) 15,1%; Ciro Gomes (PDT), 11,1%. O ex-governador tucano Geraldo Alckmin (PSDB) apareceriam em seguida, com 8,1%, seguido por Fernando Haddad (PT), com 3,8%. O nível mais alto de intenção de voto de Bolsonaro é de 20,7%, caso disputasse o Planalto com Marina (16,4%), Ciro (12%), Haddad (4,4%) e Meirelles (1,4%).

Há uma década, desde os anos de recessão após a crise de 2008, o Japão luta para encontrar um caminho que o conduza de volta ao crescimento. Os salários crescem pouco e a maior parte dos empregos disponíveis para estrangeiros ainda é no “chão de fábrica”. Mesmo assim, o país que virou destino de milhares de nipo-brasileiros nas décadas de 80 e 90 tem voltado a atrair os dekasseguis, e não apenas por razões econômicas.

Os dados disponíveis mais recentes, de 2016, mostram que os consulados japoneses no Brasil emitiram 11.506 vistos para descendentes, cônjuges e dependentes – quase o triplo do registrado dois anos antes, em 2014, 4.695.

O país que os dekasseguis – nome que se dá aos imigrantes descendentes de japoneses que buscam trabalho no Japão – encontram hoje é bem diferente. O que se economiza com dois ou três anos de trabalho, ao contrário do que acontecia nos anos 90, não é mais suficiente para comprar uma casa confortável no Brasil – de um lado, porque os preços no Brasil aumentaram significativamente e, de outro, porque o câmbio não é mais tão favorável.

Mas não é só a questão do emprego que tem feito os nisseis e sanseis deixarem o Brasil rumo a terra de seus pais ou avôs. “Muita gente que está indo agora já foi dekassegui. Tem gente que voltou (para o Brasil) e tentou montar um negócio, mas não deu certo. Tem gente que está assustada com a insegurança, com os assaltos”, diz Kleber Ariyoshi, sócio-diretor da Itiban, agência de empregos com escritório nos dois países.

Agências como a dele fazem a intermediação entre as empresas japonesas interessadas em contratar e os brasileiros, lidam com o visto e ajudam os migrantes a encontrar moradia. Ariyoshi conta que a procura vem aumentando de forma significativa desde 2016 e que hoje a Itiban envia entre 150 e 200 brasileiros por mês para o Japão – o triplo da média mensal em 2015. A grande maioria das vagas está na indústria, nos segmentos de autopeças, eletrônico e no alimentício, principalmente.

Reflita: Quer você acredite que consiga fazer uma coisa ou não, você está certo. (Henry Ford)

Comentários

  1. Anônimo disse:

    #lula2018
    #lulalivre

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