Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

A Polícia Federal solicitou a quebra do sigilo telefônico do presidente da República, Michel Temer, e dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha (MDB), e de Minas e Energia, Moreira Franco (MDB) ao Supremo Tribunal Federal.

O pedido foi no âmbito do inquérito para apurar as revelações de delatores da Odebrecht sobre o repasse de R$ 10 milhões para o grupo político do presidente. O repasse teria sido acordado em uma reunião no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República.

O ministro Edson Fachin, relator do inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), será responsável por decidir se acolhe ou não a solicitação da Polícia Federal. O pedido abrange o período de 2014, quando teria ocorrido a reunião e os repasses por meio de operadores da empreiteira baiana.

A quebra de sigilo telefônico não possibilita a recuperação do conteúdo das conversas, mas consegue mapear em qual horário e para quem foram feitas ligações do número do presidente e de seus aliados.

O Supremo Tribunal Federal concedeu medida cautelar para barrar o uso do voto impresso nas eleições. A Corte julgou ação da procuradora-geral da República Raquel Dodge, que considerou um “verdadeiro retrocesso” a reintrodução desta modalidade.

O relator da ação, Gilmar Mendes, foi o primeiro a votar e decidiu que “a implementação do registro de voto impresso deve ser gradual e ocorrer de acordo com a disponibilidade de recursos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)”. Gilmar não fez, contudo, menção sobre a implementação do recurso para as eleições de outubro próximo.

Na sequência, o ministro Alexandre de Moraes divergiu das considerações do relator, afirmando que o voto impresso atenta contra o sigilo e a liberdade do voto e, portanto, declarou inconstitucional a lei de 2015, aprovada pelo Congresso Nacional, que previa a adoção da medida já para as eleições deste ano. Os ministros Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber acompanharam a posição de Moraes.

Dias Toffoli, o sétimo a votar, acompanhou o voto de Gilmar Mendes. A maioria, então, foi formada com o entendimento de Ricardo Lewandowski, que citou o gasto de aproximadamente 2,5 bilhões de reais para a substituição de um sistema de votação que considerou eficiente. “Isso faria com que o TSE incorresse em gastos supérfluos”, considerou. O TSE estima em 1,8 bilhão de reais o custo para a adoção integral da medida, algo que será possível apenas em 2028.

Os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia, últimos a votar, também foram contra o voto impresso. A presidente do STF disse, ainda, que não há elementos que demonstrem fraude no atual sistema.

Com a decisão, o ministro Luiz Fux, presidente do TSE, anunciou que suspenderá a licitação já realizada para a compra de urnas com impressão de voto. Vale destacar que Fux foi o único a não votar, já que havia emitido parecer no qual considerou o voto impresso “negável retrocesso no processo de apuração das eleições, capaz de restabelecer episódios que contaminaram as eleições brasileiras até a introdução da urna eletrônica”.

Pressionado pelo setor produtivo, o governo decidiu rever a tabela do frete mínimo. Deve publicar em breve ajustes na tabela, com dados mais detalhados, que irão esclarecer as possíveis dúvidas.

De acordo com nota oficial da ANTT, será aberta uma consulta pública para discutir o tema amplamente com a sociedade. “Informamos que este assunto vem sendo discutido com prioridade na ANTT desde a semana passada”, diz a agência.

A definição dos preços do frete foi uma das medidas acertadas entre governo e caminhoneiros para acabar com a paralisação da categoria, que durou 11 dias e levou ao desabastecimento de combustível e alimentos em todo o país.

Nas redes sociais, os motoristas já mostravam preocupação que a tabela fosse derrubada e prometem resistir. “Se essa tabela cair, vai ter uma greve pior que a última. E aí não vai ter negociação, pois eles vão querer provar para o mundo que são fortes, vai ser uma grande revolta”, diz Ivar Luiz Schmidt, representante do Comando Nacional do Transporte (CNT).

Enfim esse é o sistema que temos de governar para a mídia, para o mundo e a população e quem está descontente com essas medidas populistas e que visam ganhar vitrine, continuam sem ter atendidas suas necessidades, pois se cada categoria estivesse sendo tratada dignamente não se teria tantas convulsões no Brasil, um país que deveria ser de todos, mas realmente de todos é o sentimento de crise, criada por alguns que desejam se perpetuar no poder.

E a notícia boa é local e como cidadão me sinto menos preocupado e com esperança de que vidas começarão a ser poupadas. A informação de que em poucos dias teremos a liberação das obras de duplicação da BR-386 é realmente de se comemorar a vida pois muitas pessoas pereceram durante essas obras que se arrastaram por muito tempo.

Mas felizmente o anúncio foi feito e em breve estaremos convivendo com nova realidade nessa obra de mobilidade que trará mais segurança para todos. Resta agora esperarmos pelo nosso acesso, a ERS-128, que em seu início está realmente deixando a desejar e gestão no sentido de que ele também receba um tratamento no mesmo sentido, pelo DAER, está sendo feito pelo prefeito.

Juntamente com a recuperação do início do acesso está incluído o novo pórtico do município que ainda não saiu do papel em virtude de o DAER não ter dado o sinal verde, ou seja, aprovado o projeto enviado pelo município para que se tenha o início das obras conforme idealizado pela municipalidade, o que poderá ocorrer no decorrer deste ano ainda.

Reflita:  O elogio é o agasalho para o frio da indiferença (Hélder Sena de Souza)

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