Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

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Fundo partidário

Quando se fala em cortes no orçamento da União, eis que os partidos políticos (não sei se tem algumas exceções) se unem para pressionar o governo para aumentar o “fundo partidário”, os valores que já eram enormes frente às dificuldades financeiras da nação, ficaram ainda maiores, astronômicos. Bom em Brasília não se fala mais em dificuldades, pois dinheiro “abunda” no centro do poder. É triste essas manobras políticas, enquanto isso o povo passa por privações para justamente alimentar esse monstro que é o aparato político do país. Espera-se pelo menos que a presidente vete essa jogada que atenta contra os interesses da população. Até quando??

Manifestação indignada

Na rede social um amigo postou o seguinte comentário a respeito da notícia acima: “Ontem a nossa presidente Dilma sancionou o aumento do fundo partidário para 868 milhões, um aumento de 490%, o PT vai levar 113 milhões, PSDB 96 milhões e PMDB 94 milhões, isso deixa claro que o governo compra deputados e senadores quando quiser, é só colocar dinheiro no bolso da corja, eu particularmente não vejo saída para o país, a farra nunca vai parar, o engraçado é que não vejo manifestação nenhuma de quem votou para manter este governo no poder!” Olhem os números, deve estar sobrando muito dinheiro neste país!

Culpa das mães

Segundo repercutido em noticiário no centro do país, o secretário de segurança do RS declarou que o problema da criminalidade de menores é culpa das mães que saem para trabalhar e deixam os filhos nas ruas. A polêmica pode ganhar dimensões, pois qual seria a responsabilidade das autoridades públicas nesse caso? Será que as mães, com o modelo atual, onde o casal é obrigado a trabalhar para sustentar seus filhos, terão que parar e ficar em casa com os filhos, como antigamente? Onde está o papel do Estado nesse caso? Como em comunidades menores, como aqui na região, por exemplo, ninguém responsabiliza os pais, a criminalidade de menores não tem essa repercussão? Será que o secretário terá explicação para essa sua afirmação, a meu ver se eximindo de sua responsabilidade e repassando para as famílias de trabalhadores, especialmente às mães.

Hospital não recebe do governo do RS

Diretora do Hospital Sant’Ana, Simone Diedrich diz que a casa de saúde, a exemplo dos Hospitais Filantrópicos do RS, passa por séria crise financeira, pelas medidas tomadas pelo governo. “Os hospitais ficaram sem receber 2 parcelas do incentivo de 2014 – IHOSP e a portaria que previa o repasse deste importante recurso para o ano de 2015, essencial para a manutenção dos serviços, não foram renovadas pelo Governador José Ivo Sartori. O Hospital de Caridade Sant’Ana, especificamente, tem a receber de incentivo – IHOSP referente os meses de outubro e novembro de 2014, a importância de R$ 42.686,86. E neste ano de 2015, por não ter sido renovada a portaria, já deixou de receber R$ 85.373,72, totalizando o valor de R$ 128.060,58 a menos em caixa. Para pior ainda mais a situação, na última semana os hospitais foram surpreendidos com o pagamento de apenas 45% referente a produção hospitalar e ambulatorial do mês de março. O Hospital de Caridade Sant’Ana recebeu apenas R$ 28.027,49 (R$ 34.255,84 a menos do que o previsto em contrato).”

Paralisação cirurgias eletivas

Com a redução de receita, a Direção do hospital se disse forçada a “paralisar o atendimento de cirurgias eletivas”, serviço que vinha sendo prestado aos municípios de Bom Retiro do Sul, Paverama, Poço das Antas e Lajeado. E se a crise persistir, com certeza outros atendimentos terão que ser reduzidos ou até mesmo suspensos. Os hospitais, de uma maneira geral, estão sem dinheiro para cobrir todas as suas despesas que vêm sofrendo reajustes como é o caso dos medicamentos, energia elétrica, oxigênio e folha de pagamento. Diz a diretora que a instituição espera contar com a compreensão e colaboração de toda a comunidade neste momento tão delicado. Para isso, mais uma vez pede o engajamento de todos nos seus programas: “Nota Fiscal Gaúcha” e “Programa Amigo do Hospital”, que são maneiras de contribuir financeiramente com a Instituição e receber benefícios diretos. Para ajudar, basta ir até o Hospital que serão fornecidas todas as informações e orientações necessárias. Situação realmente crítica!

Petrobras reconhece prejuízo de R$ 6,2 bilhões com desvios

A Petrobras reconheceu um prejuízo de R$ 6,2 bilhões com pagamentos indevidos no esquema investigado pela Operação Lava Jato da PF. Os números foram divulgados quarta-feira junto com o balanço de 2014 da companhia. Ao todo, a petrolífera anunciou perdas de R$ 21,587 bilhões, a maior parte delas por desvalorização de ativos. Conforme o balanço, ao longo de 2014, a empresa teve uma queda de R$ 44,636 bilhões dos ativos, que envolvem as ações e também são influenciados pelo preço do petróleo, com forte baixa no mercado internacional. “Os R$ 6,2 bilhões são a baixa referente a gastos adicionais capitalizados indevidamente, decorrência da operação Lava Jato”, salientou o gerente executivo de desempenho, Mario Jorge Silva.

Fechamento da Emater

Prefeito esteve na capital do Estado com a finalidade de tentar evitar o fechamento da unidade da Emater que funciona no município prestando assistência de extensão rural aos agricultores, visto que é pretensão do governo estadual tirar a filantropia desse organismo o que poder redundar em que acabe essa assistência através da Emater. Até o fechamento da coluna não se teve maiores dados se o Executivo teve ou não sucesso em seu esforço de manter essa unidade atuando junto do setor rural.

Recuperação da RS-129

Com máquinas, caminhões e um bom efetivo humano, Município e Daer em parceria efetivaram nos últimos dias a recuperação da RS-129, desde a Rua Reinaldo Noschang, subida da saibreira (onde era o ponto mais crítico) até a localidade de Pedreira. O asfalto (material reciclado) colocado também em parceria, na administração passada que estava bastante esburacado foi patrolado, as vias laterais abertas e alguns trechos já começam a receber brita. Acompanhei parte do trabalho na tarde de ontem e realmente o esforço feito pela parceria deve solucionar por algum tempo a situação da rodovia. O Daer efetuou reparos também desde a ponte de Mariante com colocação de material, melhorando a situação da rodovia.

Aumento dos servidores

Uma tremenda contradição do vereador Batista, que prova desconhecer o Regimento Interno da câmara, pois disse que “se os nove vereadores convocam o prefeito, logicamente não vamos votar esse projeto de reajuste por uma questão de lógica”. Pelo art. 172 do regimento: o prefeito comparece espontaneamente para prestar esclarecimento, após entendimento com o presidente. Quanto a vereador não discutir mais aumento salarial, por ter sindicato da categoria, isso é óbvio.  Mais adiante outra pisada na bola, quando o vereador disse: “O prefeito tem que sentar conosco para negociar”, e de pronto, do público um integrante do sindicato o alertou, “sentar conosco vereador!”. Isso tudo porque momento antes foi dito que o sindicato era apolítico, mas o vereador, um grande demagogo, que chama a imprensa desse adjetivo, esqueceu ou não ouviu o que disse a presidente do sindicato, casualmente sua irmã. Depois é o colunista um demagogo, mas infelizmente ele fala, rotula e se vê no próprio espelho e além de desconhecer a lei da câmara a rasga a cada sessão e ainda usa pressão e demagogia pura. Isso é fato, pois ainda quer calar a imprensa, que apenas repercute o que eles vereadores falam. Aqui não se inventa se comenta, a invenção fica por conta de certas peças da câmara, mas seus gritos não intimidam”…é vereador!

Pressão por reajuste

Pois já que o líder do PMDB, Batista, incitou a massa novamente para pressionar reajuste maior aos municipários, afirmando que o governo passado (que ele apoiou e cometeu erros grotescos na sinalização de vias públicas como diretor de trânsito), poderia informar a opinião pública quais os porcentuais que serão ofertados pelo governo do RS aos servidores. Será que ele se arrisca? Ou será que a balela de “peguei um estado endividado”, também se ouvirá do governador? Notem que o vereador em questão fala muito em governo, mas municipal, não se arriscando a comentar as ações no governo do RS (no qual continuo acreditando, mas a população está literalmente já com um pé atrás). Poderia comentar a situação da saúde pública, da segurança pública e especialmente das verbas que os municípios têm direito e estão trancadas. A população quer ouvir do vereador que se diz líder e tece críticas locais, mas não explica a situação estadual e as medidas de saneamento financeiro. Vamos aguardar.

Mais demagogia

Como eu havia dito que a coordenadora do CRAS não precisaria comparecer na câmara, naturalmente fui alvo do vereador Batista, o qual disse que ela deveria ter ido, pois foi convocada. Demagogia e desconhecimento da lei. Regimento Interno prevê convocação, mas não pelo vereador e sim pelo presidente da câmara e não houve essa convocação. Está perdendo a graça ouvir esse tal vereador, que se mostra semi-analfabeto em leis e ataca a mídia que registra seu desserviço, quando deveria mostrar trabalho e defender os interesses da população. Só intriga, desrespeito a todos, o supra-sumo da “sabedoria”.

Definição de má fé

Má fé é enganar. É ser leviano. É dar calote. É ser e ter laranja. Isso é má fé. Bem interessante essa afirmação de alguém recentemente, que me chamou a atenção. Isso por acaso não lembra, por acaso alguém para você? Quem fez essa afirmação deve ter refletido muito e certamente se espelhado em alguma pessoa.

Números de reajustes

Vereador Zé Galinha trouxe dados sobre o reajuste em prefeituras do vale. Estrela 6,33%, Cruzeiro, 6,50%, Taquari, 6,54% e Bom Retiro, 6,58%%. Disse que a Administração anterior em 3 anos concedeu 16% e a atual, no mesmo período 19,2%. Pela exposição disse que votaria conforme o original vindo do Executivo, mesmo sabendo, como empresário, que o trabalhador ganha pouco, mas os custos operacionais das empresas são enormes, assim como do município. “No ramo calçadista sabemos de antemão que será na base dos 6%”. Carlos Gewehr também justificou o porcentual de aumento oferecido pelo município pela atual situação financeira.

Sub prefeito

Na sessão além de ter sido alvo de ofensas, acabei recebendo um cargo do vereador Batista. A partir de então sou sub prefeito. Resta saber em que distrito assumirei o cargo, pois o único que o município possuía não mais possui (alguém lembra?) e pelo que se sabe foi em governo do PMDB (do vereador), oportunidade em que Bom Retiro esteve literalmente quebrado financeiramente e devendo para muitos fornecedores (água, luz, telefone, combustível, INSS, etc…etc…). Para relembrar, governo do PMDB de Batista.

E os benefícios??

A população aguardou e não teve resposta do vereador Batista sobre o que trouxe de Brasília em sua viagem, para o município, quando recebeu de diária, R$ 1.440,00 o que significa 36 diárias dos motoristas de ambulância a quem diz tanto defender. Depois faz pior, ainda coloca proposição sugerindo cortar 50% das diárias da área do Executivo, “em todos os níveis” atingindo justamente os motoristas de ambulância que muitas vezes passam o dia fora de sua sede, levando doentes, rodando milhares de quilômetros e dessa forma teriam até que tirar dinheiro do bolso para se alimentar, pois em um dia conforme um ex-motorista do setor, eles fazem em torno de quatro refeições. Alertado para o prejuízo que estava trazendo aos servidores (retirou a proposta). Para ir à Brasília passear, repito, passear, pois foi na realidade a congresso da Juventude do PMDB, seu partido e ainda no portal da transparência da câmara, na parte onde consta as diárias a justificativa do vereador que coloca o dinheiro do contribuinte no bolso para conhecer a capital do país, pois de lá não trouxe nada, absolutamente nada, é de que a viagem foi no interesse do município. Uma vergonha escancarada e depois quer rotular este colunista de demagogo. Deve ler mais o dicionário, ou no seu não consta essa palavra. O legítimo Joãozinho sabe tudo, que só o que faz é perturbar os trabalhos da câmara, segundo se ouviu de seus próprios colegas na tribuna. Por isso que se diz, cada um tem o representante que merece. Pobre mente deturpada pela sede de poder. Mas já obteve êxito, em torno de 2 salários mínimos para PASSEAR com nosso dinheiro.

Circo montado

Quem se habituou a ler o tal blog do Batista (ferramenta usada para promover o governo passado) deve se lembrar de quantas vezes o hoje vereador chamou o legislativo de circo e em conseqüência os seus integrantes de “palhaços” (tenho cópia do blog que foi “tirado do ar no final de 2013 por falta de conteúdo). Pois hoje é o que se vê, o protagonista está lá para ser o, como diz Zé Galinha “papagaio falante” no circo que tanto rotulou e deve estar orgulhoso de fazer parte. Mas de produtivo mesmo! E Zé Galinha foi mais longe, disse que o colega deve ser apontado pelo TCE pela viagem “em interesse do município”. Quem sabe por isso foi contra a proposta de baixar o valor das diárias dos vereadores. É muita contradição.

A baixaria continua

Alguns vereadores se manifestaram quanto a baixaria protagonizada pelo vereador Batista que como não tem propostas para a comunidade e é alvo de comentários, centraliza sua ira na imprensa, em especial a este colunista. Mas como não me calei a seus desatinos, pediu ao presidente que eu fosse retirado da sessão. Mas do público e familiar seu que se manifestaram nada comentou e inclusive alguém interrompeu a sessão justamente quando ele iria falar, disse o que desejou (e ele calado) e encerrou com a expressão “agora pode seguir o baile”. Quem lá esteve sabe quem foi, inclusive o vereador. Quer dizer, ele chamava a câmara de circo e uma sindicalista chama de salão de baile. É ou não um divertimento as sessões da câmara? E vereador PC pediu desculpas por mais esse episódio na câmara e reiterou que lá é a casa do povo e não circo.

Melhores condições

Quem tem lutado para que o setor responsável pela manutenção no sistema de iluminação pública municipal é o vereador Paulo Freitas, que na sessão da semana pede que seja comprado o veículo adaptado para a equipe de eletricistas à que tenha condições de atendimento adequado a comunidade. Quanto ao reajuste dos servidores afirmou que sabe ser pouco, “mas penso que não tem condições de dar mais. O Executivo deve estar oferecendo o que tem condições”. Mas seu colega Batista quer mais e disse que no governo que apoiou foi dado aumento e inclusive reclassificação. Quanto a isso poderia explicar como se deu a reclassificação, pois tenho detalhes a respeito. Mas vou aguardar a resposta, afinal não foi este colunista que falou “reclassificação”.

Redução de velocidade

Foi reiterado pelo vereador Alex a grande velocidade na Rua João Armindo Beppler, solicitando redutor de velocidade, assim como na Rua Taquari e Emancipacionistas. Lamenta que o sindicato não seja ouvido pelo Executivo e deseja que a reunião ocorra com a categoria e que o prefeito ouça as reivindicações, mesmo que não se altere valor oferecido de 6,58%, mas que atendam-se outros pedidos. Segurança pública, não veio projeto nesse sentido para que auxilie os órgãos de segurança conforme foi afirmado na audiência pública.

Cobranças irregulares

As aludidas dívidas deixadas pelo governo em 2012 foram comparadas pelo vereador Carlinhos, o qual lembrou que, mesmo deixando o município endividado, a gestão passada devolveu valores para cidadãos que tiveram cobranças feitas irregularmente pelo prefeito que hoje governa no tocante a pavimentação. Feito o registro, mas será que chegou pelo menos próximo dos cerca de R$ 3 milhões? Também parabenizou o sindicato pelo trabalho em favor da categoria afirmando que a união é o ideal para buscar o melhor para os servidores. “Se não lutarem vai ter servidor ganhando menos que o salário mínimo”.

Pinceladas do Carlos

Vereador Carlos Gewehr em vários tópicos referiu que quando vice-prefeito também fez uma reclassificação aos servidores, “mas há situação em que não se pode dar mais e devemos olhar os dois lados da moeda”, lembrou. Falou sobre a continuidade dos trabalhos no setor de obras na cidade e interior. Respondeu para Carlinhos que saibro com brita dá poeira, mas com a chuva agora as ruas ficaram bem compactadas, amenizando a questão poeira. “No passado uma delas, a Rua Cecília Brackmann era quase intrafegável e não recebia material”, finalizou.

Pulga na camisola

Para se ter uma ideia, o papagaio na câmara não perde oportunidade, pois quando o presidente da câmara Nilsinho Lang se pronunciou, fechando a sessão, o vereador Batista o interpelava paralelamente o que se configura num total desrespeito ao colega e presidente da casa, como também mais um ato que se denota “rasgar o Regimento Interno”, o qual é bem claro, ou seja, ‘o presidente não pode ser aparteado em seu pronunciamento’. Essa mídia não somente registra os atos na câmara, mas também tem certo conhecimento das leis que regulam o legislativo, já o vereador!!

Reflita: O demagogo é uma rodovia barata por onde transitam os tolos, até que os buracos desmascarem sua efêmera suntuosidade. (Geraldo Fonseca)

Comentários

  1. maria cristina disse:

    É lamentável que a nossa câmara de vereadores entra mandato sai mandato, de um partido ou de outro, e as baixarias e apelações não mudam. Tem horas que sinto vergonha de ser filha desta terra… A cidade baixa, por exemplo, está cada dia mais abandonada. Comércio nenhum quer ficar nesta região. Pontos de cobrança para contas de água, luz e outros boletos, não existe. É preciso subir o morro da Pinheiro Machado para pagar as contas que os bancos não querem receber. Tudo bem que Bom Retiro precisa se expandir mas abandonar sua história, onde tudo começou é descaso. Por que não investem no turismo desta região, então? Temos a riqueza do Rio Taquari e da Barragem Eclusa, mas não é explorado satisfatoriamente. Mais uma vez vou dar o exemplo de Estrela que cultiva suas tradições e não deixa seus monumentos se perderem no tempo.Abraço

  2. Gilmar Fransisco da Silva disse:

    Muito bem lembrado Maria Cristina, Estrela vem sendo exemplo no Vale do Taquari em vários setores, mormente na questão do resgate de sua memória e em paralelo a manutenção de seu patrimônio histórico. O mesmo não se pode dizer de nosso município, porque realmente a parte antiga da cidade está aos poucos desaparecendo. Penso que isso não é somente um descaso da preservação por parte do setor público, mas das propriedades particulares, que estão se desgastando, algumas desaparecendo por falta de conservação, sinistro e por outro lado há também a especulação imobiliária, visto que não há investimento e assim a história se perde a cada ano que passa. Abraços!

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