Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

Em minha página o Facebook demonstrei novam ente minha indignação de cidadão com o descaso pelo qual aqui se tem com a coisa pública, o patrimônio e a história do nosso pequeno município, pois pelo que se vê a palavra preservação só faz mesmo parte do dicionário, livro que já não é mais usado por muitos que deveriam fazê-lo.

Minha luta e de outros bom retirenses pelos nosso acesso e nossas belas árvores especialmente os plátanos, tem sido inglória desde o início do corte sem critérios que vem sendo praticado por pessoas que margeiam nossos acessos principais e também a concessionária de energia elétrica que segundo apurei há anos e também hoje, não tem comunicado as autoridades constituídas.

Pois hoje novamente vejo decepados belos exemplares de plátanos junto da ponto do Arroio Ribeiro cujas fotos estão em minha página pessoal do Face e fiz comentários de minha indignação, compartilhada por amigos que pensam na mesma linha, ou seja, aqui nada se preserva de nossa história e das belezas que se plantam para serem apreciadas.

É lamentável mas não vou me estender quando vejo há anos autoridades fazendo vistas grossas. Menos mal que falando com o prefeito e denunciando o fato, tive garantia de que irá se inteirar a respeito disso com a concessionária e o setor de meio ambiente, que igualmente pensa que essas árvores são desnecessárias e podem ser ceifadas, como me foi textualmente dito. Encerro por aqui e que fique na consciência de quem pensa que prédios, árvores e histórias de pessoas que iniciaram nossa Bom Retiro do Sul, sejam irrelevantes. Mas continuo como tantos outros, inconformado com o descaso de pessoas descomprometidas com nossa recene história e de acordo com que seja destruído o que não construíram. Tenho dito.

O pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) cometeu uma gafe em seu perfil oficial no Twitter ao criticar o jornal francês Le Monde de “baixo nível” por uma reportagem publicada no último domingo (29).

O problema é que a publicação – que chama o deputado federal de “Trump brasileiro” – é da editoria internacional “Monde” do jornal suíço Tribune de Genève.

“O desespero, o baixo nível, a tentativa clara e suja sem se preocupar com esposa e filha. Os ataques internacionais também se intensificaram. Veja esta manchete de um dos principais jornais da França e do mundo. @lemondefr”, afirmou Bolsonaro na rede social.

Na reportagem, o presidenciável é chamado de homofóbico, machista, racista e classificado como um “deputado de extrema-direita que é nostálgico da ditadura”.

O erro foi identificado pelo jornal O Estado de S. Paulo, que também foi alvo de críticas do parlamentar no Twitter. “Obrigado Estadão pela correção! Seria de extrema importância se existisse o mesmo empenho em corrigir os “erros” cometidos por vocês e seus colegas sempre contra a minha pessoa. Talvez seriam levados mais a sério. Um abraço!”, disse o deputado.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou, ontem (30), recurso contra da decisão Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em junho, concedeu liberdade do ex-ministro José Dirceu.

O ex-ministro foi condenado a 30 anos e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena neste ano.

No recurso apresentado ao Supremo, Raquel Dodge sustenta que há omissão, obscuridade e contradição na decisão que suspendeu a execução provisória da pena.

Raquel Dodge aponta problemas na origem do pedido, que, segundo a procuradora, não usou os meios previstos na lei processual penal. “In casu, todavia, José Dirceu resolveu se valer de meio processual absolutamente exótico ao sistema legal […]”, afirma.

A procuradora argumenta, ainda, que o pedido foi levado à julgamento sem que o Ministério Público Federal fosse intimado a se manifestar sobre o caso. A procuradora aponta omissão na observação do contraditório e da ampla defesa.

“Ocorre que esta decisão judicial acolheu a Petição apresentada pela defesa de José Dirceu de modo atípico, em supressão de instâncias, com fuga ao objeto da Reclamação e violação à competência jurisdicional (como será demonstrado posteriormente), sem, todavia, ouvir-se previamente o MPF, apesar, repita-se, do seu nítido interesse no caso e da sua relevância social”, disse.

De acordo com a procuradora-geral da República, o julgamento possui vícios com relação às regras processuais e à fundamentação adotada pela Segunda Turma.

“As consequências da adoção de decisões como a ora embargada (em que desrespeitados ritos, regras e normas, para, com isso, devolver a liberdade a réu condenado em dupla instância a mais de 30 anos de prisão), são graves”, afirma Raquel Dodge.

Segundo a procuradora, a decisão gera “descrença no devido processo legal” e “insegurança jurídica”.

“É que, ao se permitir que decretos prisionais de 1º e 2º grau sejam revistos diretamente por decisão da última instância do Poder Judiciário, como ocorreu neste caso, em especial no bojo das atuais ações penais de combate à macrocriminalidade, cria-se o senso de descrença no devido processo legal, além de se gerar a sensação de que, a qualquer momento, a sociedade pode ser surpreendida com decisões tomadas completamente fora do compasso procedimental previsto na ordem jurídica”, argumentou.

Em 26 de abril de 1986 uma série de explosões na Usina Nuclear de Chernobyl, na cidade de Pripyat, atual Ucrânia, resultou na liberação de um gigantesco volume de partículas radioativas que matou a diversas pessoas e alterou toda uma região da Europa para sempre, tornando esses locais impróprios para a vida. Veja como estão os vilarejos da zona de exclusão e como vivem os poucos habitantes que se arriscam a morar perto da usina.

Reflita: Para fazer sua história não precisa muito, tenha um filho, plante uma árvore e preserve o que fizeste ou fizeram por você. (desconhecido)

Comentários

  1. anonimo disse:

    poucas pessoas se importam com árvores,tão pouco que conseguiram matar à árvore do necrotério e ningem biou nada..
    o lixo nas encostas das calçadas está deixando até as crianças perplexas

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