Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

Centenas de médicos cubanos que estavam no Brasil pelo programa Mais Médicos iniciaram, nessa quinta-feira (22), o retorno para o país caribenho. Até o fim da noite, dois voos partiram do Distrito Federal com destino a Havana, em Cuba.

A expectativa é de que cerca de 400 profissionais de saúde – que atuavam em diversas regiões do país – façam escala no Aeroporto Internacional de Brasília. Os voos foram previstos para decolar às 22h de quinta e às 2h desta sexta (23).

O check-in do primeiro grupo começou às 17h, em uma área do aeroporto destinada aos voos fretados (charters). Na bagagem, os cubanos levavam muitos aparelhos eletrônicos, televisores, roupas e até animais de estimação.

Em muitos casos, os cubanos chegavam ao Aeroporto JK em caminhões-baú, usados tradicionalmente para mudança. Em um dos veículos foi registrado mais de 100 aparelhos de televisão.

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou nessa quinta-feira (22) o professor e filósofo colombiano Ricardo Velez Rodriguez como futuro ministro da Educação. Segundo Bolsonaro, o futuro ministro é autor de mais de 30 obras e atualmente é professor emérito da Escola de Comando do Estado Maior do Exército.

Ainda de acordo com Bolsonaro, Rodriguez é mestre em pensamento brasileiro pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); doutor em pensamento luso-brasileiro pela Universidade Gama Filho; e pós-doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron.

Nos últimos dias, circularam os nomes de Guilherme Schelb (procurador da República) e de Mozart Ramos (diretor do Instituto Ayrton Senna) para o Ministério da Educação. Segundo Bolsonaro, a escolha para a pasta seria de um “bom nome técnico”.

O futuro ministro da Economia Paulo Guedes indicou o nome do economista Rubem Novaes para a presidência do Banco do Brasil. Para a presidência da Caixa Econômica Federal, o nome indicado por Guedes é o do também economista Pedro Guimarães. Os dois nomes já foram submetidos ao presidente eleito Jair Bolsonaro e devem ser anunciados ainda nesta quinta.

O governo federal anunciou ontem um corte de R$ 2,3 bilhões no Orçamento para conseguir cumprir a meta fiscal de 2018. A informação consta do relatório bimestral de avaliação de receita e despesas da União, divulgado pelo Ministério do Planejamento.

A meta estabelecida pelo governo para este ano permite um déficit primário (despesas menos receitas, sem considerar a despesa com o pagamento de juros) de até R$ 159 bilhões. No entanto, os cálculos atuais apontavam para um “rombo” de R$ 161,359 bilhões. Por isso, há a necessidade de contingenciar recursos do orçamento.

“As estatísticas fiscais apuradas até outubro de 2018 e as projeções de receitas e despesas primárias para o corrente ano, presentes neste relatório, indicaram a necessidade de redução de R$ 2,359 bilhões nas despesas discricionárias [não obrigatórias]”, diz o relatório.

De acordo com o documento, as atuais projeções apontam para uma receita líquida R$ 4,470 bilhões menor do que o previsto anteriormente. A explicação é uma queda na arrecadação de impostos, como o Imposto de Importação (II) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Reflita: O mestre disse: Por natureza, os homens são próximos; a educação é que os afasta. (Confúcio)

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