Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

O senador reeleito e pré-candidato à presidência do Senado Renan Calheiros (MDB-AL) disse nesta que o procurador da República Deltan Dallagnol é “1 ser possuído“. E utilizou sua conta oficial no Twitter para criticar o coordenador da Lava Jato no Paraná, que faz campanha pelo voto aberto para as presidências da Câmara e do Senado.

Imaginem os leitores que esse homem ainda tem força para comandar um dos poderes do país, o Senado e todos corremos o risco e bilhões serem consumidos nesse poder que tem receita própria e gastam desmedida e a seu bel prazer e sabidamente contra os interesses do povo brasileiro.

Calheiros escreveu no Twitter: “Deltan Dallagnol @deltanmd continua a proferir palavras débeis, vazias, a julgar sem isenção e com interesse político, como um ser possuído”. Será que essa declaração vai passar impune pela justiça?

Como esse homem que é investigado  pode assumir o poder dessa forma e ainda com votação secreta, para não sabermos quem são os seus “comparsas”, que por certo votarão nele e não saberemos e sabe-se lá quanto irão ganhar por baixo dos panos. Realmente uma vergonha nacional e o que esperamos é que a justiça seja feita, impedindo esse homem de voltar ao poder, mas é aguardar o desfecho.

Também pelas redes sociais, Dallagnol pede a ajuda de seus seguidores para que assinem a 1 abaixo-assinado com esse propósito. De acordo com o procurador, a votação fechada entregaria nas mãos de Calheiros o comando do Senado.

“O ministro Dias Toffoli autorizou que a eleição seja feita por meio de voto secreto, o que favorece a eleição de enrolados com a Justiça e de investigados. No meu entendimento, o voto secreto contraria a Constituição”, disse.

Toffoli é outro e notícia dava conta antes dele assumir a presidência do STF que estaria trabalhando contra os interesses nacionais. Aí portanto está uma das provas cabais, sua autorização de voto secreto. Daí se questiona, onde está a justiça para defender os interesses nacionais com outro que deve estar a serviço de outros interesses e não o da nação.

Situação insustentável e ainda falam em democracia, quando na verdade ela deve ser praticada para o povo e esse está amargando ainda as mazelas de certos políticos da velha república. Isso quer dizer que ainda não estamos em um novo Brasil, pois enquanto gente como Calheiros se reelege, naturalmente pelo seu Estado, onde deve ser considerado um homem público de confiança, outros políticos novos e com propostas inovadoras marcaram passo.

Alagoas deveria ter vergonha do restante do país, que deu o exemplo de mudar quase que todos os políticos velhos e viciados em despojar o país e seu povo. Mas infelizmente ele tem seu eleitorado e sua eleição é uma prova disso. Mas resta ainda uma esperança dele ter sepultada sua pretensão com o voto de políticos novos e de consciência patriótica.

Tenho fé de que isso ocorra e se tenha uma nova política e uma ordem pública voltada a população que sofre com essa crise produzida por certos déspotas como Calheiros que ainda conta com seguidores, que certamente estarão ganhando seu quinhão para colocar esse homem no Senado. É sabido publicamente que o sub mundo do poder caminha ainda pelo centro do poder e os próximos dias irão ditar se realmente teremos um país livre dessa espécie de gente.

O decreto assinado pelo presidente da República Jair Bolsonaro nessa terça-feira, 15, que flexibiliza a posse de armas de fogo a qualquer cidadão é somente uma das diversas decisões que Bolsonaro poderá tomar sem a necessidade de votação para aprovação no Congresso Nacional. A proposta era promessa de campanha do então candidato na eleição de 2018.

Um decreto presidencial consiste de uma ordem proferida pelo Poder Executivo com o objetivo de estabelecer precisão maior e regulamentar leis já existentes e aprovadas pelo Congresso – como é o caso do Estatuto do Desarmamento, de 2003. Nenhum decreto pode ser assinado contrariando a Constituição ou sem ter como base leis já existentes.

Assim sendo, algumas promessas de campanha de Bolsonaro podem ser colocadas em prática nos próximos meses sem a necessidade de votação nas casas do Congresso, através de decretos ou decisões que cabem somente ao presidente da República. Confira abaixo:

Outra medida que pode ser tomada por decreto presidencial é a reintrodução das disciplinas de Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil no currículo escolar. A proposta estava no plano de governo do então candidato em 2018.

Ambas foram obrigatórias durante o regime militar, através de decreto presidencial, e foram retiradas da base curricular pelo ex-presidente Itamar Franco, também por meio de decreto. A proposta, entretanto, deve ser formulada pelo Ministério da Educação, e posteriormente decretada pelo presidente, como uma alteração à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

O indulto natalino aos presos é um perdão de pena concedido pelo presidente da República antes do Natal. Todos os anos é preciso assinar um decreto presidencial para que entre em vigor. Bolsonaro se posicionou contra a medida prevista pela Constituição durante sua campanha e, para que não aconteça mais, basta que o presidente não assine o decreto ao fim de 2019.

Apesar de não ser viabilizada através de decreto, uma das promessas de campanha de Bolsonaro, seguindo decisão tomada em 2017 pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é a mudança da embaixada do Brasil em Israel para a cidade de Jerusalém.

A única medida que Bolsonaro precisa tomar nessa situação é realizar a solicitação para o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty. Jerusalém não é reconhecida internacionalmente e oficialmente como a capital de Israel, pelos conflitos travados com a Palestina, que reivindica a anexação da cidade.

A vinda do premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, à posse de Bolsonaro, estreitou as relações diplomáticas entre os dois países e fez com que Bolsonaro confirmasse que iria tomar a decisão. Em dezembro de 2018, a Liga Árabe aprovou uma resolução apontando que a região tomará as “medidas políticas, diplomáticas e econômicas necessárias”, caso a embaixada brasileira mude para Jerusalém.

Reflita: “Quem não sabe por que caminho chegará ao mar, deve tomar o rio por companheiro.” (TITO MÁCIO PLAUTO)

Comentários

  1. Anônimo disse:

    Acho que o bozo tem que chamar o assessor do filho dele o Queiroz para ser ministro da economia pois o cara com um salário de 23 mil conseguiu movimentar mais de 1,2 mi….. Acredito na inocência da família bozo assim como acredito em papai noel kkkkkkk

  2. Anônimo disse:

    Será que o voto sendo secreto o filho do bozo pode assumir a presidência do senado??? usando o dinheiro das vendas dos carros do Queiroz para comprar os demais senadores??? ops esqueci que os bozo são contra a corrupção kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk dos outros é claro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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