Giro do Vale / Coluna do Chimarrão

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse em palestra realizada no Fórum Econômico Mundial de Davos que a corrupção é 1 fator tão prejudicial para a economia do Brasil quanto “decisões econômicas equivocadas”.

“Talvez uma das razões pela qual a economia do Brasil patina há vários anos não sejam só decisões econômicas equivocadas, mas a disseminação dessas práticas de corrupção”, afirmou.

O paranaense falou que a perda de confiança em decorrência da corrupção leva a questionamentos da democracia: “Houve 1 descrédito muito grande de parte da população brasileira em relação à classe política, às nossas instituições, levando questionamentos à própria democracia”, disse.

Durante o painel, Moro também comentou o seu trabalho na Lava Jato e as condenações que levaram à prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Não citou nomes: “Foram processos difíceis, que envolveram pessoas poderosas, congressistas, diretores da nossa maior empresa, a Petrobras, 1 ex-presidente da Câmara dos Deputados e 1 ex-presidente da República”.

O ministro também disse que não relutou em aceitar o convite de Bolsonaro para comandar a pasta da Justiça. De acordo com ele o Brasil “vive 1 momento de restauração da confiança relacionado ao novo governo”.

Segundo o paranaense, o país foi o que mais combateu a corrupção nos últimos 4 anos. No entanto, disse que a iniciativa precisa se estender a outros setores da sociedade além do Poder Judiciário.

“É preciso ir além da ação das Cortes de Justiça. Quando me foi feito o convite do senhor presidente de assumir essa posição, eu confesso que não relutei tanto. Vi isso como uma possibilidade, de dentro do Governo Federal, de o Brasil adotar políticas mais gerais e consistentes contra a corrupção”, declarou.

Sem dúvida alguma, o pronunciamento de Moro em Davos é justamente o que todo brasileiro que vive não a margem, mas no centro dessa crise que deixou o Brasil nesse patamar de um país sem crédito em muitos pontos do mundo, que a mudança e o resgate dessa credibilidade e da segurança de uma forma geral, seja enfim um marco desse governo.

Todo brasileiro que se sente patriota está com uma grande expectativa de que o momento será de transformação e de redescoberta de uma direção sustentável para que o Brasil volte ao cenário mundial como um lugar confiável para se investir e o exemplo deve vir de cima e particularmente tenho também essa visão e doa em quem doer, pague quem errar, pois a nação espera a retomada do crescimento em todos os aspectos.

A visita do presidente e parte se seu staf nesse fórum mundial também deve mostrar ao mundo um novo modelo de gestão, que ofereça garantias às nações hoje parceiras do nosso país e outras que certamente virão se somar a essas e a partir de então que possamos começar a plantar em solo fértil com perspectiva de colhermos em breve os primeiros frutos da decisão que a maioria dos brasileiros tomou nas urnas.

Competência e seriedade na gestão pública é o foco e a fiscalização será cerrada não especialmente das oposições que amargam a derrota nas urnas, mas do povo como um todo, pois passado o período da batalha que definiu o novo comando, agora começa a guerra para reencaminhar o país sem meias palavras, discursos com retóricas.

O que todos esperamos é que a nação viva outro momento, evoluindo e caminhando na direção do verdadeiro desenvolvimento e que esse venha beneficiar a todos e não somente a uma casta de privilegiados como vinha acontecendo. Esse é o Brasil que sua população merece e deseja. Então mãos à obra!!

Reflita: estados mentais positivos como a generosidade e a compaixão decididamente conduz a melhor saúde mental e a felicidade. (Dalai Lama)

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