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Pequena Isabeli espera pela solidariedade para poder realizar cirurgia

Família da menina não tem recursos financeiros, e busca arrecadar montante com doações.

Foto: Juliano Beppler / Giro do Vale

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Quando nasceu, os médicos perceberam uma deformidade nos pés da pequena Isabeli Cardoso Pereira de Fazenda Vilanova. A menina que completará um aninho no próximo dia 29 de junho, tem pés congênitos e precisa de 8.033,00 para a realização da cirurgia que deve ocorrer ainda neste mês no Hospital Bruno Born em Lajeado. A família é humilde e não tem condições financeiras de bancar esse custo, por isso está fazendo uma campanha para tentar conseguir o valor através de doações por depósito em uma conta bancária.

O pé torto congênito, uma má formação congênita em que o bebê já nasce com um pé virado para dentro, tendo o nome de pé torto congênito unilateral, ou com os dois pés virados para dentro, e neste caso chama-se pé torto congênito bilateral, o que ocorreu com a bebê.

Jussana Cardoso (21), mãe de Isabeli, explica que a cirurgia deve ser realizada ainda este mês segundo o médico. “Na próxima semana vamos levar o resultado do exame de sangue dela para o médico, e se tudo estiver certo, já será marcada a cirurgia”.

A mãe trabalha atualmente em um atelier de calçados do município, e o pai de Isabeli, Ronaldo Pereira (32), não tem emprego fixo atualmente, e faz alguns “bicos”, quando surgem. A família mora em uma casa humilde de madeira na Rua Garibaldi, no Centro de Fazenda Vilanova. Desde fevereiro deste ano eles moram no local, antes moravam no município de Gramado Xavier.

Atualmente a família não tem condições de bancar o valor de aproximadamente R$ 8 mil para o procedimento cirúrgico, por isso faz uma campanha para arrecadar o montante através de doações. Após a cirurgião devem vir outros gastos para o ratamento, como por exemplo sessões de fisioterapia, entre outros. Quem quiser colaborar com qualquer valor, pode fazer depósito em uma conta do Banrisul. Agência 1108, conta número 39.171862.0-9, em nome de Jussana Cardoso.

A pequena, que passa os dias com as duas perninhas engessadas, pode ter o destino mudado pela solidariedade de pessoas que nem conhece. “Logo nossa lindinha vai estar caminhando”, destaca a avó da pequena Isabeli.

Foto: Juliano Beppler / Giro do Vale

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Tratamento para pé torto congênito

O tratamento para pé torto congênito deve ser iniciado logo após o nascimento ou até 15 dias depois e pode ser feito através do método de Ponseti ou por cirurgia.

O tratamento para pé torto congênito pelo método de Ponseti engloba a manipulação das pernas da criança pelo médico ortopedista e a colocação de gesso a cada semana durante cerca de 5 meses. Depois deste período, a criança deve usar umas botas ortopédicas 23 horas por dia, durante 3 meses, e à noite até completar os 3 ou 4 anos de idade.

Se o tratamento pelo método de Ponseti for feito de forma correta, é esperado que a criança ande e se desenvolva normalmente.

Se este método não estiver funcionando, a cirurgia é aconselhada antes que o bebê complete 1 ano de idade. A cirurgia melhora a aparência do pé e a criança consegue andar, mas a criança vai perdendo força nos músculos das pernas e dos pés, que com o tempo podem causar dor e ficar rígidos.

Contudo, a fisioterapia para pé torto congênito pode ajudar, neste caso, melhorando a posição correta dos pés e fortalecendo os músculos das pernas e dos pés da criança.

 

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